Festa de dia das mães na escola. É preciso mais empatia sobre o assunto.

Depois que eu me tornei mãe às festinhas na escola de comemoração ao dia das mães era sempre de alegria, eu sempre ficava ansiosa, e no dia tirava muitas fotos.
Depois do divorcio isso mudou um pouco, eu comecei a trabalhar e as festinhas começaram a se tornar um problema. Nem todo patrão libera seus funcionários.
Eu já começava a me preocupar em como sair do serviço, pegar ônibus e chegar à apresentação na hora certa.
Chegou ao ponto onde eu perdi a primeira festinha do Daniel (filho mais novo) na escola, isso mesmo, a sua primeira apresentação, eu não consigo me recordar disso sem chorar.
Quando eu cheguei do serviço ele veio me contar como foi, eu pedi para ele cantar a musica, ele cantou um pedacinho e me disse: A senhora não me viu cantando: todas as mães viram, mas a senhora não viu.
Eu ainda não superei isso, ainda dói ter feito meu filho passar por isso.
No ano seguinte tudo mudou, ele foi morar com o pai dele. Chegou novamente o dia das mães, outra festinha. Mas dessa vez eu confirmei que iria, ele me perguntou umas mil vezes, ele estava inseguro.
Mas no dia anterior ao da apresentação ele teve dor de barriga, acho que foi ansiedade, e a dor de barriga persistiu até o dia da apresentação. E mais uma vez eu não vi meu filho cantar na apresentação da escola. Ele ficou triste demais.
Este ano eu liguei na escola para saber por que não teria nenhuma apresentação. e me informaram que não teria nenhuma, eu fiquei meio brava, e na hora pensei que essa atitude era má vontade da escola, e perguntei por que não ia ter nada.
E a resposta foi: Nem toda criança tem mãe, nem todas podem comparecer, muitos moram com a avó, alguns tem dois pais, outros duas mães.
Na hora eu não gostei, talvez porque eu estivesse pensando somente em mim e na necessidade que eu tinha de me desculpar com o Daniel pela festa que eu perdi.
Mas depois eu parei para lembrar como era para mim às tais festinhas. E me lembrei que elas não eram tão boas.
Eu era criada pela minha tia, e quando tinha festinhas na escola minhas colegas perguntavam da minha mãe, e isso não era fácil de explicar para as minhas coleguinhas. Não é fácil para uma criança entender que a sua mãe não a quis, ou não pode ficar com ela. Alias, nem agora que sou adulta é fácil entender. Agora imagine como era para eu ter que explicar isso para outras colegas. Mas nas duas festas minha tia compareceu, e a lembrança é boa.
Enquanto eu era criada pela minha tia era menos constrangedor que o período em que eu morei com a minha mãe biológica, ai sim a ferida é grande.
Ela não trabalhava, ela não ia a nenhuma festa porque não queria, ela também não me deixava faltar, eu confesso que torcia para ela ir, eu tinha um pouco de esperança, mas ela nunca foi. Ela também não gostava de receber os cartões, eu lembro que guardava para dar para minha tia, quando ela ia nos visitar.
E nos dia dos pais era bem pior, eu não tinha pai para dar o cartão, e nem tio, nem padrasto, mas a professora me obrigava a fazer. Eu geralmente jogava fora. Mas lembro que uma vez eu fiz, e dei para um vizinho, pai de uma amiga (Karina), o senhor Luiz era bom para mim.
Quantas coisas existem por trás das festinhas de escola não é mesmo.
Quantas crianças carregam dores semelhantes ou piores que as minhas da infância.
E quantas mães trazem tristeza no coração por precisar trabalhar e não estar presente nas festinhas do filho.
Depois de refletir eu percebi como essa postura da escola é acertada, é cheia de empatia pelas mães e pelos filhos. Algumas escolas instituíram o dia da família, ao invés de festinhas de dia das mães e dia dos pais, ela é feita em um dia aleatório. Sei que algumas escolas particulares realizam essas festinhas aos finais de semana, ou de noite, mas infelizmente no ensino publico as coisas são diferentes.

Eu vou sentir falta das festinhas na escola, mas neste momento eu só consigo pensar em crianças que por algum motivo a mãe não pode comparecer e na dor que isso causa á elas, e nas mães que não podem comparecer, então estou feliz por não ter mais.
A verdade é que é preciso reestruturar muitas coisas em nossa sociedade, o modelo de família mudou, existem tantos preconceitos, tantas dificuldades entre as famílias, e isso pode se tornar um fardo tão pesado sob as nossas crianças é preciso ter mais empatia em nós!

dia das mães

Sou mãe e não tenho mais tempo para mim.

 Sou mãe e não tenho mais tempo para mim.
Quem nunca disse isso?
Eu já disse e já ouvi muitas vezes. Então no post de hoje eu vou compartilhar um pouquinho do que eu penso sobre a vida depois que nos tornamos mãe.

É muito difícil resgatar a nossa vaidade e ter um tempinho só para nós quando nos tornamos mãe.
Eu sei como é, quantas vezes eu estava morta de fome e a Mariana não queria sair do peito, quantas vezes eu queria um banho relaxante durante o dia, mas só podia tomar banho quando o Tom estivesse em casa. Na verdade essas coisas ainda acontecem por aqui.
Vivemos entre noites mal dormidas, pulando refeições, banho em cinco minutos, e tudo isso começa a ficar pesado demais para nós.
 E diante desse peso, dessa responsabilidade de ser mãe, muitas mulheres se anulam completamente depois do parto, elas não se reconhecem mais, se perdem dentro do turbilhão de emoções e tarefas que o pós parto trás consigo. 
Colocam para si a missão de cuidadoras e não conseguem sair desse mar de obrigações que essa missão impõe.
Passamos tanto tempo cuidando dos outros, é casa, filhos, marido, trabalho, e quando cuidamos de nós?
Não pode ser assim, mulher é vaidosa, precisa de cuidados, precisa se olhar e se sentir bonita 💄💇💅
Se você não criar um movimento a seu favor, ninguém fará por você, então aproveite a vó que Deus deu ao seu filho, aproveite a tia, o pai, e tire pelo menos meia hora para cuidar de você.
Muitas vezes não é da vaidade que você sente mais falta, é de ler um livro, ou de ter um momento de oração, é estar com sua melhor amiga sem ter que interromper a conversa porque o bebê fez cocô. 
Eiii, não se culpe por querer momentos sozinha, isso é normal, a maternidade não são só flores e nós mães sabemos disso. 
Isso não te torna menos mãe, não te faz uma mãe relapsa! 
Se você só da leite materno, use os intervalos entre as mamadas e use os parentes que Deus lhe deu (deixe o bebê com a vovó ou titia) para tirar esse tempinho para você, parece pouco, mas essas horinhas vão reestruturar você.
A maternidade não são só flores, já disse isso, mas entre tantas mudanças existe tanta coisa boa, tanta coisa maravilhosa que muitas vezes era o sopro de vida que precisávamos (meu caso).
Eu estava ansiosa para voltar a me cuidar, voltar a escrever aqui no blog, e aos poucos estou organizando nossa rotina para isso. Eu só tenho o Tom, e ele é um super parceiro.
Ainda quero falar tantas coisas sobre as mudanças que a maternidade trás para nossas vidas, mas vou deixar para um próximo post

Tira um tempinho para você se cuidar e me conta como foi!

 
Foto sem filtro, sem make e com amor!!



pós parto, maternidade

Sobrancelhas/ Micropigmentação fio a fio

CALMA, NÃO ME CRUCIFIQUEM!

Eu estava a 2 MESES, sem fazer as sobrancelhas para tentar corrigir falhas, e a melhor maneira foi fazer uma micropigmentação fio a fio.
Minha sobrancelha também caiu no pós parto, e o que já era feio ficou ainda pior
Tem coisa mais difícil que deixar as sobrancelhas crescer gente?
Se tem eu não conheço! O rosto parece sujo. Parece desleixo. E fazer maquiagem? Nem pensar, fica feio demais.
Mas eu passei por 2 longos meses com essa coisa horrível no meu rosto, na esperança dela encher, ficar bonita, doce ilusão. Usei olho de rícino e nada adiantou 😓
Então a fada madrinha Renata Bondioli me apresentou a micropigmentação fio a fio e eu tomei a decisão de ter as sobrancelhas dos meus sonhos!
A Renata usa pigmento e demografo desenvolvido com tecnologia Alemã 'Urban Skin', desenvolvida pela empresa AS Alan Spadone
E essa lindeza dura até um ano e meio
Tô tão feliz, fui em um aniversário ontem e fiz uma make bem básica, a sobrancelha deu um destaque tão lindo gente, tô apaixonada!
Se a sobrancelha já levantou minha auto estima assim assim, imaginem quando eu ficar rica e colocar silicone, vou ficar um nojo de feliz 😂😂😂😂😂😂
E tem vídeo mostrando tudo que rolou durante a micro e depois também, bora conferir?




Entrem na Fan Page da Renata Bondiolli para acompanhar os trabalhos dela. Eu já te adianto, se você sente vontade de fazer um micro, a sua vontade vai triplicar depois desse post!
Clique aqui para conhecer a fan page dela! 

Fases do bebê - Salto de desenvolvimento.

Como tanto lemos ou ouvimos falar, saltos de desenvolvimento são fases muito significativas para os bebês.
Nestes ciclos, se podemos assim chamar, é como se eles fizessem brotar uma nova habilidade, que tanto ensaiaram, pulsaram através de seu corpo contemplado de vida e energia. Tão intenso, que nem eles, nem nós passamos despercebidos dessa transformação.
E como toda mudança, gera uma explosão de sentimentos e emoções. 
De repente, vê-se fazendo algo, assustadoramente empolgante. Àquele conflito entre querer e o medo do novo. Alegria pelo que se torna e necessidade de retroceder para se sentir seguro e prosseguir. Assim pedem colo, seio e alma. Pedem morada, como se quisessem voltar ao seu primeiro lar, nosso útero. Sede de vida, sugam-nos até parecer que não vamos dar conta de suprir, a nós e a eles. 
E no final, brotam novas formas, novos seres naquela gente, pequena e grande, imatura e sábia. 
De uma beleza tão incrível, que em meio aos cacos e cansaço podemos sentir gratidão.
Toda vez que ele me coloca meio ao caos, mostra que a vida pede calma, pois passa rápido demais. Faz um lembrete para que eu não me perca em meio ao turbilhão, para que eu não nos perca. Pois às vezes o cansaço não me permite perceber, o quanto cada dia é um. 
Que há um ano um braço era o suficiente pra lhe segurar da cabeça ao bumbum enquanto lhe amamentava, e hoje, se não segurar com os dois, desliza. Isso quando não se ajeita com um malabarismo mais conveniente. 
Hoje percebo, tento respirar, ar por ar, pois sinto em minha alma, que esta necessidade de colo, na verdade, é uma maneira de me presentear. Fazer-me contemplar sua forma, que logo, transformar-se-á em outra. Ainda mais bela, tanto quanto exigente. 
Desejo então, que diante da correria do dia a dia, daquelas que em algumas ocasiões precisamos procurar de onde mais podemos tirar forças, que as encontremos no amor. Que nos encontremos, pois naquela moldura única, que nunca foi, e nunca mais será. Aquele tamanho, temperatura, olhar e toque especiais, em eu poder ser seu aconchego e sua paz. 
Que neste dia eu acalme minha loucura. Que seja eu, você e nada mais.

saltos de desenvolvimento do bebê

Texto lindo escrito pela psicóloga Ana Letícia Cornetti, retratando as fases -exaustivas- conhecidas como saltos de desenvolvimento.
Entrem na fan page da Ana Letícia para conhecer mais o trabalho dela, tem muito conteúdo bom por lá, eu garanto!
Clique aqui Ana Letícia Cornetti- Psicologa

Você pode e deve ver esses ciclos com outros olhos, não é só exaustivo é gratificante! 

Vale a leitura e uma boa reflexão sobre esse tema que ainda é pouco conhecido


Vou deixar um tabelinha para vocês acompanharem os períodos que os bebês passam por esses ciclos: 

saltos e picos de desenvolvimento




Receita super fácil de danone caseiro para bebês.

Hoje eu vou ensinar uma receita de Danone caseiro para bebês, super fácil e muito nutritiva, fica comigo aqui hein!
Você sabia que os famosos danoninhos Petit suisse são recomendados para crianças acima de quatro anos? E não sou eu que estou falando, é o próprio fabricante. Então vamos pensar na alimentação do nosso bebê com mais carinho? 
 colocando esta receita em pratica você vai dar um alimento sem corantes, conservantes e sem aditivos químicos para o seu bebê e muito saboroso, vale a pena viu!
Confesso que quando ouvi falar dessa receita de danone caseiro feito com inhame eu desconfiei do sabor, fiz a receita e fiquei impressionada, não fica gosto nenhum do inhame.
Não precisa adicionar açúcar ou sal a esta receita!

Vamos lá então?
Danone caseiro para bebês manga e inhame 😛
Idade recomendada: a partir de 6 meses
Ingredientes:
⚬ 1 inhame grande ou 2 inhames médios
⚬ 1 manga doce e sem fiapos
⚬ 100 ml de água filtrada/fervida ou 100 ml de suco de laranja lima espremida na hora.
Modo de preparo:
⚬Descasque o inhame e corte em pedaços pequenos.
⚬Coloque em uma panela com bastante água, NÃO PRECISA colocar sal ou açúcar. ⚬Descasque a manga e corte em pedaços. ⚬Quando o inhame estiver cozindo (espete o garfo se estiver bem macio esta no ponto) é só escorrer.
⚬Coloque o inhame ainda quente no liquidificador( eu usei meu mix).
⚬Adicione a manga e o 100ml de água ( ou o suco de laranja), eu usei água.
⚬Bata bem os 3 ingredientes, até não achar mais nenhum pedacinho.
Se você quiser pode colocar mais ou menos água. Mais água, danoninho líquido. Menos água, danoninho cremoso.
Gelado fica uma delicia, mas pode servir logo depois de preparar.
Pode ser congelado (em potes apropriados)
 Experimente essa receita com morango, banana, mamão e abacate também!
Eu ameeeei essa receita, fica super saboroso, nutritivo e a Mariana também aprovou!

Danone caseiro para bebês
Danone caseiro para bebês
Danone caseiro para bebês
Danone caseiro para bebês

Vocês viram como essa receita de Danoninho caseiro é bem fácil de preparar?
Vale muito a pena incentivar bons hábitos alimentares em nossos filhos, e podemos começar desde cedo.